segunda-feira, 11 de julho de 2011
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Adeus, 1984
A vida mudou, o foco mudou. Lá no fundo, o sentimento geral ainda é o mesmo, mas enxergo outra luz no horizonte.
Igualdade? Democracia? Socialismo? Capitalismo? Sonhei até onde eu pude sonhar. Está na hora de acordar Smith.
domingo, 16 de maio de 2010
O pragmatismo de Míriam Leitão
Isso ficou claríssimo no texto de hoje, "Dueto Londrino", em que ela faz uma análise dos atos do atual governo britânico. Miriam começa resumindo atos de dois antigos chefes de Estado. Fala quase nada de Tony Blair, e que "o tatcherismo mudou a economia mundial com sua onda privatizante". Foi nesse momento que saí do sofá e corri até o computador para escrever esse texto.
Só pra lembrar: Margareth Tatcher, ou "dama de ferro", simbolizou o caos da Inglaterra nos anos 80. Tentou diminuir a grande inflação a qualquer custo. Logo, acabou com o salário mínimo, privatizou empresas, cortou o leite das escolas, e chegou ao ponto de cobrar um valor maior de imposto de renda aos mais pobres. Aí sim ela caiu do cavalo, já que o desemprego era alto e o povo surtou. Rapidinho, a baronesa Margareth pediu demissão.
Entendem a proporção do que foi essa mulher? Porém, nossa colega jornalista prefere fingir tais acontecimentos.
Aí o texto continua dizendo que agora é diferente. Crise no Reino Unido e por toda a Europa (e na época de Tatcher?), e um governo de coalizão. Chegamos ao ponto. O conservador e o liberal só entram em consenso se os dois saírem ganhando. Perde-se em uma disputa para ganhar na outra.
Então, qual é o vudu nisso tudo? Por que pode ser difícil "conciliar as divergências na área econômica e fiscal"? Todo governo é difícil. Além do mais a própria Míriam citou que o atual primeiro-ministro começou a pôr em prática o programa de governo. Reduziu o próprio salário e dos ministros e os congelou por cinco anos.
Vejam como ocultar um fato causou um rebuliço desnecessário, criando uma previsão ilusória de caos antecipado.
Por isso, caríssimos colegas, pensem muito bem antes de fundamentar um texto em ocultações da história.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Começou a campanha da grande mídia
A Rede Globo parece ir pelo mesmo caminho. Criou uma vinheta dos "45 anos" da emissora com um discurso parecidíssimo com o do candidato a presidência José Serra(PSDB). Confira:
O tiro saiu pela culátra e depois de muita polêmica tiraram a vinheta do ar. Infelizmente não dá para ler toda a matéria porque a Folha insiste em colocar conteúdo exclusivo para "assinantes".
Do outro lado nós temos Marcelo Branco, estrategista de redes sociais da campanha da Dilma que entregou o jogo dizendo que criaria perfis falsos na Internet para enfrentar adversários. ÉTICA, nota: ZERO!!!
Os outros participantes do grande embate ficam praticamente de fora. Marina Silva(PV) continua firme e forte tentando um espacinho no meio desse circo. Tem perfil no twitter que é administrado pela assessoria, algo meio robótico. Na mídia... bem, a mídia só dá espaço para dois candidatos: o PSDB e o governo.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
O Blogger está pirando?
O Google já é uma grande empresa preocupada em "ajudar" o internauta a encontrar o que precisa. Ferramentas ficam mais poderosas com o passar do tempo. A questão é: precisamos disso em tempo integral?
Eu não preciso e o meu blog é um exemplo claro. Google, me esquece! Só gostaria que o Google Analytics funcionasse. Obrigado.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Surpresas no site da Globo.com
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
A celebração do corpo
Crítica: Revista Trip
Na primeira oportunidade em ler a revista TRIP estava muito empolgado. "Uma revista pensante sobre comportamento? Até parece!", pensava eu.
Comprei e fui logo para o Editorial. Tive uma surpresa. Eles faziam reverência a si próprios. Após uma reflexão a respeito daquele que trabalha em algo que não gosta (e se estressa) e o outro 'ser' executando um ofício agradável ao próprio ego (que se recupera logo), o editor Paulo Lima idolatra a revista.
Aqueles que trabalharam em prol da última edição, exaustivamente, são os grandes vencedores e dignos de receber aplausos. Assim conclui: "não há sentido para um corpo que não esteja conectado com tudo aquilo que não é o corpo".
Trip vê o corpo como uma espécie de ferramenta do próprio dono, capaz de transformá-lo no que ele quiser. Até mesmo em escravo dos próprios caprichos, desejos e vícios. Se o dono se vê como único, aí é que a individualidade e a soberba tomam conta de tudo.
E para quê? Olhar-se no espelho e dizer: sou belo. Um narcisismo clássico.
Por outro lado, a unidade e coesão do grupo trabalhando com empenho geram um resultado positivo. Uma resposta positiva. Porém, a questão é: quem é o foco? Em prol de quem se trabalha? Para si, para o público, ou para o corpo? Alguém ficou de fora?
Próxima matéria: crítica do Rádio.

